A Assembléia Geral
Consciente da promessa feita pelos Estados Membros na Carta das Nações Unidas nenhum sentido de Desenvolver ação separada e conjunta, com Cooperação em uma Organização, para Promover Padrões mais altos de vida, pleno emprego e Condições de desenvolvimento e progresso econômico e social,
Reafirmando, sua fé nos direitos humanos, nas Liberdades Fundamentais e nos Princípios de paz, de dignidade e valor da pessoa humana e de justiça social proclamada na carta,
Recordando os Princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos, dos Acordos Internacionais dos Direitos Humanos, da Declaração dos Direitos da Criança e da Declaração dos Direitos das Pessoas mentalmente Retardadas, bem como os já Padrões Estabelecidos para o progresso social nas constituições, convenções, recomendações e resoluções da Organização Internacional do Trabalho, da Organização Educacional, Científica e Cultural das Nações Unidas, do Fundo da Criança das Nações Unidas e outras Organizações afins.
Lembrando também uma resolução 1921 (LVIII) de 6 de maio de 1975, do Conselho Econômico e Social, sobre prevenção da deficiência e reabilitação de pessoas deficientes,
Enfatizando que uma Declaração sobre o Desenvolvimento e Progresso Social proclamou uma Necessidade de Proteger os direitos e Assegurar o bem-estar e reabilitação daqueles que estão em Desvantagem física ou mental, 17/09/09 Excluir GUSTAVO
reabilitação daqueles que estão em Desvantagem física ou mental,
TENDO em vista uma Necessidade de prevenir Deficiências físicas e mentais e de prestar assistência às pessoas deficientes para que elas POSSAM Desenvolver suas habilidades nos mais variados campos de atividades e para Promover portanto quanto Possível, sua Integração na vida normal,
Consciente de que DETERMINADOS Países, em seus atual estágio de desenvolvimento también, Desenvolver apenas limitados Esforços para este fim.
PROCLAMA esta Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes e APELA à ação nacional e internacional para Assegurar que ela seja utilizada como base comum de referência para uma proteção destes direitos: 17/09/09 Excluir GUSTAVO
1 - O termo "pessoas deficientes" refere-se a qualquer pessoa Incapaz de Assegurar por si mesma, total ou parcialmente, as Necessidades de uma vida individual ou social normal, em decorrência de uma deficiência, congênita ou não, em suas capacidades físicas ou mentais. 2 - As pessoas deficientes gozarão de todos os diretos Estabelecidos a seguir nesta Declaração. Serão estes direitos garantidos como todas a pessoas deficientes sem nenhuma exceção e sem qualquer distinção ou discriminação com base em raça, cor, sexo, língua, religião, opiniões políticas ou outras, origem nacional ou social, estado de saúde, nascimento ou qualquer outra situação que diga respeito ao próprio Deficiente ou uma sua família.
3 - As pessoas deficientes Têm o direito inerente de respeito por sua dignidade humana. As pessoas deficientes, qualquer que seja a origem, natureza e gravidade de suas deficiências, Têm os mesmos direitos Fundamentais que seus concidadãos da mesma idade, o que implica, antes de tudo, o Direito de Desfrutar de uma vida decente, tão normal e plena quanto possivel.
4 - As pessoas deficientes Têm os mesmos direitos civis e políticos que outros seres humanos: o parágrafo 7 da Declaração dos Direitos das Pessoas mentalmente Retardadas (*) aplica-se a qualquer Possível Limitação ou Supressão destes direitos para as pessoas mentalmente deficientes.
(*) O parágrafo 7 da Declaração dos Direitos das Pessoas mentalmente Estabelece Retardadas: "Sempre que pessoas mentalmente retardadas FOREM incapazes Devido a gravidade de sua deficiência de Exercer todos os seus direitos de um modo significativo ou que se torne Necessário Restringir ou denegar alguns ou todos estes direitos, o procedimento usado para tal restrição ou denegação de direitos DEVE Conter Salvaguardas legais adequadas contra qualquer forma de abuso. Este procedimento Deve Ser Baseado em uma avaliação da Capacidade social da pessoa mentalmente retardada, por parte de especialistas e DEVE ser submetido a revisão periódicas e ao direito de um apelo Autoridades superi 17/09/09 Excluir GUSTAVO
(*) O parágrafo 7 da Declaração dos Direitos das Pessoas mentalmente Estabelece Retardadas: "Sempre que pessoas mentalmente retardadas FOREM incapazes Devido a gravidade de sua deficiência de Exercer todos os seus direitos de um modo significativo ou que se torne Necessário Restringir ou denegar alguns ou todos estes direitos, o procedimento usado para tal restrição ou denegação de direitos DEVE Conter Salvaguardas legais adequadas contra qualquer forma de abuso. Este procedimento Deve Ser Baseado em uma avaliação da Capacidade social da pessoa mentalmente retardada, por parte de especialistas e DEVE ser submetido a revisão periódicas e ao direito de um apelo AUTORIDADES SUPERIORES ".
5 - As pessoas deficientes Têm Direito a medidas capacità Visem que-las a tornarem-se tão autoconfiantes quanto possivel.
6 - As pessoas deficientes Têm direito um tratamento médico, psicológico e funcional, incluindo-se aí aparelhos ortóticos e Protéticos, à reabilitação médica e social, educação, reabilitação e treinamento vocacional, assistência, aconselhamento, serviços e colocação de outros serviços que lhes possibilitem o máximo desenvolvimento de sua Capacidade e habilidades e que acelerem o processo de sua integração social.
7 - As pessoas deficientes Têm direito à segurança econômica e social ea um nível de vida decente e, suas capacidades de acordo com, uma Obter e Manter um emprego ou Desenvolver atividades úteis, produtivas e remuneradas ea participar dos sindicatos. 17/09/09 Excluir GUSTAVO
8 - As pessoas deficientes Têm direito de ter suas Necessidade especiais levadas em Consideração em todos os estágios de planejamento econômico e social.
9 - As pessoas deficientes Têm direito de viver com suas famílias ou com pais adotivos e de participar de todas as atividades sociais, criativas e recreativas. Nenhuma pessoa deficiente será submetida, em sua residência, um tratamento diferencial, além daquele requerido por sua condição ou Necessidade de recuperação. Se a permanência de uma pessoa deficiente Especializado em Estabelecimento de um indispensável, o ambiente e as condicoes de vida nesse lugar Devem ser, tanto quanto Possível, próximos da vida normal de pessoas de sua idade.
10 - As pessoas deficientes Deverão ser protegidas contra toda exploração, todos os Regulamentos e tratamentos de natureza discriminatoria, abusiva ou degradante.
11 - As pessoas deficientes Deverão poder valer-se de assistência legal qualificada quando tal assistência for indispensável para uma proteção de suas propriedades e pessoas. Se FOREM instituídas medidas judiciais contra elas, o procedimento legal aplicado em Deverá levar Consideração sua condição física e mental.
12 - As organizações de pessoas deficientes poderão ser consultadas com proveito em todos os assuntos referentes aos direitos de pessoas deficientes.
13 - As pessoas deficientes, suas famílias e comunidades Deverão ser plenamente informadas por todos os Meios apropriados, sobre os direitos Contidos nesta Declaração.
Resolução adotada pela Assembléia Geral da Nações Unidas 9 de dezembro de 1975 Comitê Social Humanitário e Cultural Primeira
domingo, 24 de janeiro de 2010
VÁLVULA INTELIGENTE
Um dos maiores traumas para uma criança com Hidrocefalia é trocar o sistema de derivação. Quem tem Hidrocefalia passa por cinco cirurgias durante a vida média, em. Elas são feitas para corrigir problemas do próprio sistema, como o desajuste da válvula de pressão, por exemplo. Há cinco anos, está disponível no Brasil uma válvula que pode ser programada fora do corpo. Seu nome é Hakim e significa um alívio para os Doentes. "Já tive um paciente com essa válvula, a reprogramar precisei qual dez vezes até chegar à pressão ideal. Em cada Reprogramação de quatro segundos e meio, evitei uma cirurgia", conta Cavalheiro. Segundo Aylton de Oliveira Júnior, gerente de produto da América Latina, da Johnson, fabricante da Hakim, boa parte dos planos de saúde cobre os custos. O SUS ainda não.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
HORA DE TROCAR A VÁLVULA
HORA DE TROCAR A VÁLVULA
1- O sistema de DVP não tem "prazo de validade", ou seja, enquanto estiver funcionando, não há indicação formal de troca;
2- Às vezes, com o crescimento, o cateter distal (o que fica na barriga) sai da localização ideal, e para de absorver de maneira adequada, necessitando de revisão;
3- Outro problema que pode acontecer é um dos cateteres entupir (por alguma estrutura que esteja próxima) que exige revisão do sistema;
4- Infecções exigem troca do sistema, geralmente com colocação de DVE (a derivação externa) durante o tratamento;
5- Defeitos na válvula existem, mas são extremamente raros
1- O sistema de DVP não tem "prazo de validade", ou seja, enquanto estiver funcionando, não há indicação formal de troca;
2- Às vezes, com o crescimento, o cateter distal (o que fica na barriga) sai da localização ideal, e para de absorver de maneira adequada, necessitando de revisão;
3- Outro problema que pode acontecer é um dos cateteres entupir (por alguma estrutura que esteja próxima) que exige revisão do sistema;
4- Infecções exigem troca do sistema, geralmente com colocação de DVE (a derivação externa) durante o tratamento;
5- Defeitos na válvula existem, mas são extremamente raros
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
INCLUSÃO SOCIAL
UM TEMA ATUAL QUE DEVERIA DEFINEIR COMO AS PESSOAS DEVEM SER INCLUIDAS NA SOCIEDADE.
A SOCIEDADE SEGUE LEIS, MUITAS FORAM CRIADAS PARA INCLUIREM OS DEFICIENTES NA ESCOLA E NA SOCIEDADE.
NOSSOS GOVERNANTES ESQUECERAM DE PREPARAR OS PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DA ÁREA DA SAÚDE PARA LIDADREM COM ESSAS CRIANÇAS, QUE SÃO MUITO MAIS EFICIENTES QUE MUITOS PROFISSIONAIS EXISTENTES.
A DEFICIÊNCIA ESTÁ EM COMO TRATAM OS DEFICIENTES...
É NECESSÁRIO SABER FAZER A DIFERENÇA E NÃO SER DIFERENTE.
MUITOS POLÍTICOS, MEMBROS DA SOCIEDADE, SIMPLESMENTE IGNORAM ESSE SERES TÃO ESPECIAIS.
ELES DEVERIAM APOIAR A FAMÍLIA E VIABILIZAR A INCLUSÃO SOCIAL MELHORANDO E TORNANDO MAIS FÁCIL A VIDA DE TODOS.
EU ACHO QUE SE TODOS ACEITACEM O PRÓXIMO TAL QUAL É, NÃO SERIA NECESSÁRIO LEIS PARA A INCLUSÃO EXISTIR, ELA ACONTECERIA NORMALMENTE, NO COTIDIANO DE TODOS.
SEM FALAR NO PRECONCEITO QUE FALA MAIS ALTO.
QUE TAL SE COLOCAR NO LUGAR DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA POR UM DIA, UMA HORA, SERÁ QUE VOCÊ SERIA CAPAZ DE VER A VIDA IGUAL ELA VÊ.
ENFRENTARIA O PRECONCEITO, VENCERIA BATALHAS NO DIA A DIA PARA SE IMPOR NA SOCIEDADE?
NÃO. O PROBLEMA NÃO É MEU. TEM ASSISTÊNCIA SOCIAL, PREVIDENCIA SOCIAL, A FAMÍLIA OU RESPONSÁVEIS PARA LIDAR COM ISSO.
PASSAR A BOLA PRA FRENTE AO INVÉS DE AJUDAR.
UM TEMA ATUAL QUE DEVERIA DEFINEIR COMO AS PESSOAS DEVEM SER INCLUIDAS NA SOCIEDADE.
A SOCIEDADE SEGUE LEIS, MUITAS FORAM CRIADAS PARA INCLUIREM OS DEFICIENTES NA ESCOLA E NA SOCIEDADE.
NOSSOS GOVERNANTES ESQUECERAM DE PREPARAR OS PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DA ÁREA DA SAÚDE PARA LIDADREM COM ESSAS CRIANÇAS, QUE SÃO MUITO MAIS EFICIENTES QUE MUITOS PROFISSIONAIS EXISTENTES.
A DEFICIÊNCIA ESTÁ EM COMO TRATAM OS DEFICIENTES...
É NECESSÁRIO SABER FAZER A DIFERENÇA E NÃO SER DIFERENTE.
MUITOS POLÍTICOS, MEMBROS DA SOCIEDADE, SIMPLESMENTE IGNORAM ESSE SERES TÃO ESPECIAIS.
ELES DEVERIAM APOIAR A FAMÍLIA E VIABILIZAR A INCLUSÃO SOCIAL MELHORANDO E TORNANDO MAIS FÁCIL A VIDA DE TODOS.
EU ACHO QUE SE TODOS ACEITACEM O PRÓXIMO TAL QUAL É, NÃO SERIA NECESSÁRIO LEIS PARA A INCLUSÃO EXISTIR, ELA ACONTECERIA NORMALMENTE, NO COTIDIANO DE TODOS.
SEM FALAR NO PRECONCEITO QUE FALA MAIS ALTO.
QUE TAL SE COLOCAR NO LUGAR DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA POR UM DIA, UMA HORA, SERÁ QUE VOCÊ SERIA CAPAZ DE VER A VIDA IGUAL ELA VÊ.
ENFRENTARIA O PRECONCEITO, VENCERIA BATALHAS NO DIA A DIA PARA SE IMPOR NA SOCIEDADE?
NÃO. O PROBLEMA NÃO É MEU. TEM ASSISTÊNCIA SOCIAL, PREVIDENCIA SOCIAL, A FAMÍLIA OU RESPONSÁVEIS PARA LIDAR COM ISSO.
PASSAR A BOLA PRA FRENTE AO INVÉS DE AJUDAR.
terça-feira, 21 de julho de 2009
A Fantástica História das Válvulas de Hidrocefalia
Eeito Stroop nas Estradas »
A Fantástica História das Válvulas de Hidrocefalia
Em 1955, após sete anos de tentativas, nasceu o primeiro filho de John e Mary Holter. O nascimento de Casey Holter virou de cabeça para baixo a vida de John Holter e mudou o curso da história da medicina.
Infelizmente, Casey sofria de espinha bifida, uma condição na qual a coluna vertebral não se forma completamente e pode ter malformações muito perigosas.
O problema de Casey também estava causando hidrocefalia, um perigoso acúmulo de líquido céfalo-raquidiano (líquor) no cérebro. Esse líquido é produzido pelos plexos coróides das meninges e normalmente atua como um coxim líquido, protetor do cérebro e da medula. Ele normalmente circula pelo sistema nervoso e depois é drenado para a corrente circulatória.
Se o sistema de drenagem for bloqueado, entretanto, o líquido céfalo-raquidiano pode se acumular, distorcer e lesar o cérebro, causando até mesmo a morte.
Em 1955, a única coisa que mantinha Casey vivo era um procedimento, feito duas vezes ao dia, no qual uma agulha era inserida na fontanela, uma área mole da cabeça do bebê, e o excesso de fluido era removido com uma seringa para reduzir a pressão.
Casey foi, então, operado pelo neurocirurgião Eugene Spitz para inserir uma válvula de bola e mola que, em princípio, permitiria a drenagem do líquor para a corrente sangüínea, sem permitir que elementos perigosos do sangue refluíssem para o sistema nervoso central.
Infelizmente, a válvula era muito rudimentar, e, quando inserida, irritou o coração de Casey produzindo um ataque cardíaco e lesão cerebral permanente.
John Holtz, então trabalhando como técnico em hidráulica numa fábrica, pediu a Eugene Spitz os detalhes da cirurgia. Ele ficou surpreso com o fato de que o problema, que parecia uma simples questão de hidráulica, ainda não tivesse sido resolvido.
Ele havia notado que, quando as enfermeiras perfuravam certos tubos de medicação com agulhas, não ocorriam refluxos de líquido pois os furos eram à prova de vazamento a baixas pressões. Mas, como nos bicos das mamadeiras, quando a pressão era alta o suficiente, os furos se abriam e permitiam a passagem do líquido. Uma válvula perfeita para permitir a drenagem do líquor com o aumento da pressão, sem deixar ocorrer nenhum refluxo!
Holter foi para casa, sentou-se na sua oficina e construiu a primeira versão da válvula naquela noite mesmo. Ela era feita a partir de um condom e tubos de plástico, mas funcionava.
Entretanto, Spitz observou que a válvula deveria ser construída com material inerte para o organismo, para evitar que ocorresse o mesmo problema que havia lesado o cérebro de Casey.
Holter entrou em contato com a Dow Chemical e foi aconselhado a utilizar silicone, um material novo na época.
Holter criou uma versão utilizável dentro de poucos meses. Tão rápido, na verdade, que o seu filho não pôde utilizá-la pois ainda não havia se recuperado da primeira cirurgia.
A válvula foi então instalada com sucesso em outra criança, e em 1956 Casey também recebeu uma, que curou a sua hidrocefalia. Infelizmente, o cérebro de Casey já estava irremediavelmente lesado e ele morreu cinco anos após, durante uma crise convulsiva.
O legado de Casey é usado até hoje, e a invenção de Holter é conhecida como "shunt de Spitz-Holter".
Holter passou o resto da sua vida desenvolvendo válvulas para uso na medicina e faleceu em 2003, após salvar a vida de milhares de crianças que padeciam do mesmo mal que o seu filho...
Adaptado do blog Mind Hacks
Posted by Joaquim Brasil-Neto on abril 18, 2007 04:50 PM Permalink
A Fantástica História das Válvulas de Hidrocefalia
Em 1955, após sete anos de tentativas, nasceu o primeiro filho de John e Mary Holter. O nascimento de Casey Holter virou de cabeça para baixo a vida de John Holter e mudou o curso da história da medicina.
Infelizmente, Casey sofria de espinha bifida, uma condição na qual a coluna vertebral não se forma completamente e pode ter malformações muito perigosas.
O problema de Casey também estava causando hidrocefalia, um perigoso acúmulo de líquido céfalo-raquidiano (líquor) no cérebro. Esse líquido é produzido pelos plexos coróides das meninges e normalmente atua como um coxim líquido, protetor do cérebro e da medula. Ele normalmente circula pelo sistema nervoso e depois é drenado para a corrente circulatória.
Se o sistema de drenagem for bloqueado, entretanto, o líquido céfalo-raquidiano pode se acumular, distorcer e lesar o cérebro, causando até mesmo a morte.
Em 1955, a única coisa que mantinha Casey vivo era um procedimento, feito duas vezes ao dia, no qual uma agulha era inserida na fontanela, uma área mole da cabeça do bebê, e o excesso de fluido era removido com uma seringa para reduzir a pressão.
Casey foi, então, operado pelo neurocirurgião Eugene Spitz para inserir uma válvula de bola e mola que, em princípio, permitiria a drenagem do líquor para a corrente sangüínea, sem permitir que elementos perigosos do sangue refluíssem para o sistema nervoso central.
Infelizmente, a válvula era muito rudimentar, e, quando inserida, irritou o coração de Casey produzindo um ataque cardíaco e lesão cerebral permanente.
John Holtz, então trabalhando como técnico em hidráulica numa fábrica, pediu a Eugene Spitz os detalhes da cirurgia. Ele ficou surpreso com o fato de que o problema, que parecia uma simples questão de hidráulica, ainda não tivesse sido resolvido.
Ele havia notado que, quando as enfermeiras perfuravam certos tubos de medicação com agulhas, não ocorriam refluxos de líquido pois os furos eram à prova de vazamento a baixas pressões. Mas, como nos bicos das mamadeiras, quando a pressão era alta o suficiente, os furos se abriam e permitiam a passagem do líquido. Uma válvula perfeita para permitir a drenagem do líquor com o aumento da pressão, sem deixar ocorrer nenhum refluxo!
Holter foi para casa, sentou-se na sua oficina e construiu a primeira versão da válvula naquela noite mesmo. Ela era feita a partir de um condom e tubos de plástico, mas funcionava.
Entretanto, Spitz observou que a válvula deveria ser construída com material inerte para o organismo, para evitar que ocorresse o mesmo problema que havia lesado o cérebro de Casey.
Holter entrou em contato com a Dow Chemical e foi aconselhado a utilizar silicone, um material novo na época.
Holter criou uma versão utilizável dentro de poucos meses. Tão rápido, na verdade, que o seu filho não pôde utilizá-la pois ainda não havia se recuperado da primeira cirurgia.
A válvula foi então instalada com sucesso em outra criança, e em 1956 Casey também recebeu uma, que curou a sua hidrocefalia. Infelizmente, o cérebro de Casey já estava irremediavelmente lesado e ele morreu cinco anos após, durante uma crise convulsiva.
O legado de Casey é usado até hoje, e a invenção de Holter é conhecida como "shunt de Spitz-Holter".
Holter passou o resto da sua vida desenvolvendo válvulas para uso na medicina e faleceu em 2003, após salvar a vida de milhares de crianças que padeciam do mesmo mal que o seu filho...
Adaptado do blog Mind Hacks
Posted by Joaquim Brasil-Neto on abril 18, 2007 04:50 PM Permalink
sábado, 13 de junho de 2009
GUGU UM HERÓI
Nasci com hidrocefalia e mielomeningocele em 17-05-1999.
Quando nasci fiz cirurgia 02(duas) cirurgias na coluna para correção da mielomeningocele, e 3 (três) para colocar válvulas de drenagem, até que na 3ª DEUS me abençoou e pudi ir para casa, onde tive uma vida normal e alegre, superei limites e barreira...No dia 27-01-2008 começei a passar mal e fui levado para Santa Casa de Franca/SP, e meu médicoo Dr. Pedro Couri, me internou e informou-nos que precisaria trocar a válvula, a mesma estava pequena. Começava difícil batalha que teríamos que enfrentar:30-01-2008 coloquei a 4ª válvula, em 01-02-2008 tive alta, em 20-02-2008 internei, fiz tomografia e o ventrículo continuava dilatado, o médico tentou controlar com um remédio e deu alta no mesmo dia, em 06-03-2008 internei e troquei a válvula, coloquei a 5ª válvula, em 08-03-2008 tive alta.
Em 21-03-2008 internei com infecção na válvula e iniciava um longo pesadelo, neste período tive ventriculite, peritonite, pneumonia permaci internado por 90 dias, em
08-04-2008 tive que retirar a 5ª válvula e colocar a 1ª derivação externa, 20-04-2008 coloquei a 2ª derivação Dr. Sinésio, em 09-05-2008 coloquei a 6ª válvula,01-06-2008 retirei o cateter porque seu peritônio estava inflamado, retirei líquido do pulmão pelo Dr. Oswaldo, e coloquei a 3ª derivação externa, 18-06-2008 tive alta condiciona, pois o Dr. Pedro Couri deixou-me ir para casa com a derivação externa,
02-09-2008 Coloquei o cateter interno,16-09-2008 coloquei a 4ª derivação externa Dr. Pedro teve ajuda do Dr. Robson que está sempre disposto a ajudar, 22-09-2008 tive alta, fui novamente para casa com a válvula e a derivação externa.
Em 20-12-2008 internei com a válvula obstruída e infecção, em 22-12-2008 retirei a válvula coloquei a 5ª derivação externa,
20-01-2009 coloquei a 7ª válvula, Deus nos carregou no colo.
Nos dias 21-01-2009 E 22-01-2009, NÃO FALEI, SÓ DORMIA, VAZAVA ÁGUA DA MINHA CABEÇA ONDE ESTAVA A DERIVAÇÃO, NO DIA 23-01-2009, QUANDO ESTAVA TOMANDO BANHO, EU PAREI DE RESPIRAR A DRª. ANA AMÉLIA ME SOCORREU, FUI UTI. MINHA MÃE DESESPERADA, SÓ PEDIA JESUS PARA ME DEVOLVER DO JEITO QUE ELE ACHASSE QUE EU O MERECESSE. ELA FOI ATÉ MEU QUARTO E PEDIU A SANTA GIANNA QUE A CAMILA TINHA LEVADO PARA O MEU QUARTO, E PEDIU COM TODA FÉ “SANTA GIANNA, VOCÊ QUE MORREU PARA SALVAR A VIDA DE UM FILHO POR FAVOR DEVOLVE A VIDA DO MEU”. QUANDO A MÉDICA DISSE QUE ELA PODIA ENTRAR NA UTI ACHOU QUE IA ESTAR INCONCIENTE, MAS EU ESTAVA BEM GRAÇAS À DEUS E A SANTA GIANNA.
OBRIGADO MEU QUERIDO PAI CELESTIAL, OBRIGADO SANTA GIANNA QUEM APRENDI AMAR E E SER DEVOTO, OBRIGADO NOSSA SENHORA APARECIDA A QUEM SOU DEVOTO DESDE , OBRIGADO A MEDALHA MILAGROSA MINHA SANTA DE DEVOÇÃO QUE SEMPRE ME ACOMPANHOU EM TODOS OS MOMENTOS.
27-01-2009 tive alta finalmente, tenho fé que nunca mais vou ficar internado, Deus viu minha força, coragem, sua vontade de viver, mesmo passando por tudo isso nunca chorei, tento sempre ter um sorriso no rosto, leva a vida na brincadeira.
DEUS irá atender a todos que acreditarem nele, e pedirem com FÉ.
Quando nasci fiz cirurgia 02(duas) cirurgias na coluna para correção da mielomeningocele, e 3 (três) para colocar válvulas de drenagem, até que na 3ª DEUS me abençoou e pudi ir para casa, onde tive uma vida normal e alegre, superei limites e barreira...No dia 27-01-2008 começei a passar mal e fui levado para Santa Casa de Franca/SP, e meu médicoo Dr. Pedro Couri, me internou e informou-nos que precisaria trocar a válvula, a mesma estava pequena. Começava difícil batalha que teríamos que enfrentar:30-01-2008 coloquei a 4ª válvula, em 01-02-2008 tive alta, em 20-02-2008 internei, fiz tomografia e o ventrículo continuava dilatado, o médico tentou controlar com um remédio e deu alta no mesmo dia, em 06-03-2008 internei e troquei a válvula, coloquei a 5ª válvula, em 08-03-2008 tive alta.
Em 21-03-2008 internei com infecção na válvula e iniciava um longo pesadelo, neste período tive ventriculite, peritonite, pneumonia permaci internado por 90 dias, em
08-04-2008 tive que retirar a 5ª válvula e colocar a 1ª derivação externa, 20-04-2008 coloquei a 2ª derivação Dr. Sinésio, em 09-05-2008 coloquei a 6ª válvula,01-06-2008 retirei o cateter porque seu peritônio estava inflamado, retirei líquido do pulmão pelo Dr. Oswaldo, e coloquei a 3ª derivação externa, 18-06-2008 tive alta condiciona, pois o Dr. Pedro Couri deixou-me ir para casa com a derivação externa,
02-09-2008 Coloquei o cateter interno,16-09-2008 coloquei a 4ª derivação externa Dr. Pedro teve ajuda do Dr. Robson que está sempre disposto a ajudar, 22-09-2008 tive alta, fui novamente para casa com a válvula e a derivação externa.
Em 20-12-2008 internei com a válvula obstruída e infecção, em 22-12-2008 retirei a válvula coloquei a 5ª derivação externa,
20-01-2009 coloquei a 7ª válvula, Deus nos carregou no colo.
Nos dias 21-01-2009 E 22-01-2009, NÃO FALEI, SÓ DORMIA, VAZAVA ÁGUA DA MINHA CABEÇA ONDE ESTAVA A DERIVAÇÃO, NO DIA 23-01-2009, QUANDO ESTAVA TOMANDO BANHO, EU PAREI DE RESPIRAR A DRª. ANA AMÉLIA ME SOCORREU, FUI UTI. MINHA MÃE DESESPERADA, SÓ PEDIA JESUS PARA ME DEVOLVER DO JEITO QUE ELE ACHASSE QUE EU O MERECESSE. ELA FOI ATÉ MEU QUARTO E PEDIU A SANTA GIANNA QUE A CAMILA TINHA LEVADO PARA O MEU QUARTO, E PEDIU COM TODA FÉ “SANTA GIANNA, VOCÊ QUE MORREU PARA SALVAR A VIDA DE UM FILHO POR FAVOR DEVOLVE A VIDA DO MEU”. QUANDO A MÉDICA DISSE QUE ELA PODIA ENTRAR NA UTI ACHOU QUE IA ESTAR INCONCIENTE, MAS EU ESTAVA BEM GRAÇAS À DEUS E A SANTA GIANNA.
OBRIGADO MEU QUERIDO PAI CELESTIAL, OBRIGADO SANTA GIANNA QUEM APRENDI AMAR E E SER DEVOTO, OBRIGADO NOSSA SENHORA APARECIDA A QUEM SOU DEVOTO DESDE , OBRIGADO A MEDALHA MILAGROSA MINHA SANTA DE DEVOÇÃO QUE SEMPRE ME ACOMPANHOU EM TODOS OS MOMENTOS.
27-01-2009 tive alta finalmente, tenho fé que nunca mais vou ficar internado, Deus viu minha força, coragem, sua vontade de viver, mesmo passando por tudo isso nunca chorei, tento sempre ter um sorriso no rosto, leva a vida na brincadeira.
DEUS irá atender a todos que acreditarem nele, e pedirem com FÉ.
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