terça-feira, 20 de abril de 2010

INCLUSÃO SOCIAL DOS DEFICIENTES

INCLUSÃO SOCIAL
UM TEMA ATUAL QUE DEVERIA DEFINEIR COMO AS PESSOAS DEVEM SER INCLUIDAS NA SOCIEDADE.
A SOCIEDADE SEGUE LEIS, MUITAS FORAM CRIADAS PARA INCLUIREM OS DEFICIENTES NA ESCOLA E NA SOCIEDADE.
NOSSOS GOVERNANTES ESQUECERAM DE PREPARAR OS PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DA ÁREA DA SAÚDE PARA LIDADREM COM ESSAS CRIANÇAS, QUE SÃO MUITO MAIS EFICIENTES QUE MUITOS PROFISSIONAIS EXISTENTES.
A DEFICIÊNCIA ESTÁ EM COMO TRATAM OS DEFICIENTES...
É NECESSÁRIO SABER FAZER A DIFERENÇA E NÃO SER DIFERENTE.
MUITOS POLÍTICOS, MEMBROS DA SOCIEDADE, SIMPLESMENTE IGNORAM ESSE SERES TÃO ESPECIAIS.
ELES DEVERIAM APOIAR A FAMÍLIA E VIABILIZAR A INCLUSÃO SOCIAL MELHORANDO E TORNANDO MAIS FÁCIL A VIDA DE TODOS.
EU ACHO QUE SE TODOS ACEITACEM O PRÓXIMO TAL QUAL É, NÃO SERIA NECESSÁRIO LEIS PARA A INCLUSÃO EXISTIR, ELA ACONTECERIA NORMALMENTE, NO COTIDIANO DE TODOS.
SEM FALAR NO PRECONCEITO QUE FALA MAIS ALTO.
QUE TAL SE COLOCAR NO LUGAR DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA POR UM DIA, UMA HORA, SERÁ QUE VOCÊ SERIA CAPAZ DE VER A VIDA IGUAL ELA VÊ.
ENFRENTARIA O PRECONCEITO, VENCERIA BATALHAS NO DIA A DIA PARA SE IMPOR NA SOCIEDADE?
NÃO. O PROBLEMA NÃO É MEU. TEM ASSISTÊNCIA SOCIAL, PREVIDENCIA SOCIAL, A FAMÍLIA OU RESPONSÁVEIS PARA LIDAR COM ISSO.
PASSAR A BOLA PRA FRENTE AO INVÉS DE AJUDAR.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

CORREÇÃO DE PÉ TORTO CONGÊNITO










quarta-feira, 10 de março de 2010

domingo, 7 de março de 2010

INCLUSÃO UM DESAFIO A SER SUPERADO.

Faz anos que ouço falar em inclusão, e também do preconceito.
Minha luta pela inclusão começou em 2005, quando meu filho Gustavo teve que ser matriculado no pré-escolar. O que pra muita gente é uma rotina, pra mim virou uma batalha conquistada aos poucos.
Meu filho foi matriculado, todos o receberam bem e o trataram com muito respeito e carinho.
Mas a escola em si, não estava e nem está preparada para receber crianças especiais.
Ele estava na sala de uma ótima professora, mas ela não tinha curso para trabalhar com essas crianças, e nem é por falta de interesse e sim, falta de oportunidade.
Como atender uma criança especial no meio de 25 outras crianças. Uma criança especial ocupa lugar de no mínimo 10 crianças.
É fácil para os governantes criarem leis, o difícil é praticá-las.
Antes de criar a Lei da Inclusão de crianças com necessidades especiais em escolas normais, deveria ter capacitado os profissionais da educação.
Ele sentiu que não tinha a atenção que merecia, e saia da sala sempre, ela o buscava, mas ele voltava.
Ele gostava de ficar na secretaria picando cartão de ponto...
Fazia isso até se enjoar, depois pedia as funcionárias que sempre tiveram muita calma e paciência para me ligar para buscá-lo.
E foi assim 2 semanas, até que nada fez ele ir pra escola.
Tentei de tudo, dar prêmio. Mas a família toda falava: “ele está muito novo, ao no que vem ele vai.”
Chegou o ano de 2006, e o governo de minas criou a Lei do ensino fundamental de nove anos.
Mais uma vez, matriculei-o. Fui atendida pela Diretora da época que me atendeu muito bem e foi apresentá-lo a possível professora.
Ela foi muito sincera “Eu não posso ficar com o Gustavo na minha sala, estou com 23 alunos, não tenho condições de atender as necessidades dele.”
Eu sabia que ela estava falando da falta de estrutura e de formação.
Então a Diretora pediu para ele vir à tarde, a professora era a mesma do ano anterior.
Eu entrava para sala de aula com ele e sentava ao seu lado. Tinha outro pai que fazia a mesma coisa.
Sentia-me incomodada, parecia que tirava a liberdade da professora. Mas essa situação só durou duas semanas. Ele falava que não aprendia nada, sua cabeça doía com o barulho de tanta criança.
Desisti mais uma vez.
Em 2007 após longas conversas com toda família e psicólogas, matriculei-o novamente.
Desta vez parecia que ia dar certo, ele ia pra sala de aula da professora que El adora até hoje, só que eu tinha que ficar sentada para ele me ver.
Ele não sentava, mesmo com esforço da professora que sempre foi muito carinhosa, ele não fazia nada.
Essa situação durou três semanas.
Eu havia pedido auxilio na Superintendência de Ensino e tinha sido avisada que aquele dia o pessoal responsável pela inclusão iria visitar a escola para ver como ele estava indo.
A supervisora me abordou e perguntou “O que você ta achando do Gustavo?”

Respondi: “esse ano ele está bem melhor, mas nem sentar na carteira ele senta. O pessoal da inclusão deve estar chegando e vai nos orientar melhor”.
Ela na tentativa de ajudar entrou na sala e disse “GUSTAVO, SE VOCÊ NÃO SE SENTAR EU VOU MANDAR SUA MÃE EMBORA.”
Pronto, foi o necessário para perder mais um ano de escola, ele começou a chorar e gritava: “VOCÊ NÃO MANDA AQUI, A ESCOLA É PÚBLICA, SE VOCÊ FIZER ISSO EU TE MATO.” Ela saiu muito triste e transtornada com aquela situação.
Fui encontrar com ele e a professora que estava super nervosa com a situação, ele dava vômitos de raiva.
Acalmei-o, ele falou “EU NUNCA MAIS VOLTO PRA ESCOLA.” Senti que estava falando o que estava sentindo.
Levei-o para conversar com a supervisora, ambos pediram desculpas. Mas ele continuou afirmando que não voltava mais pra escola e não voltou.
Em 2008, falei pra ele, “este ano você vai estudar, vai recuperar o tempo perdido”.
Ele concordou falou que queria aprender a ler.
Antes do ano letivo começar, o destino nos pregou uma peça. A válvula de drenagem de liquor encefalorraquidiano do seu cérebro parou de funcionar e ele teve que ser internado em Franca-SP.
ESTUDAR É PRECISO, MAS VIVER É NECESSÁRIO.
Começou um longo sofrimento, meu filho trocou a válvula, mas pegou infecção e a cirurgia se repetiu por 12 vezes.
Ele chegou a vir pra casa com Derivação Externa. Já sofremos muito, ele sofreu dores horríveis e eu sofri por não poder fazer nada a não ser rezar e acreditar em Deus acima de tudo.
Fez a última cirurgia em 20 de janeiro de 2009, teve alta no dia 27 de janeiro.
Em novembro de 2009, uma pessoa de alma generosa se ofereceu para ensinar o Gustavo a ler, eu e ele aceitamos. Ela vinha na minha casa de três a quatro vezes na semana. E o Gustavo foi aprendendo as primeiras palavrinhas com esse anjo que Deus me enviou chamado Lúcelia.
Mas ficou proibido de ficar no meio de muita gente por um ano.
Finalmente 2010, ele está bem, e freqüentando a escola.
O primeiro dia foi difícil, chegou em casa nervoso.
Está estudando na Escola Municipal Cônego Marinho e sua professora é a muito querida, ela o trata com imenso carinho e atenção, está sempre preocupada para que ele não se canse muito.
Eu fico na escola tempo integral de aula, mas longe de sua vista. Só o vejo na hora do recreio e da sopa, não se mistura com as outras crianças, tem medo de se machucar.
Mas já fez vários amigos e eu fico feliz com isso. Ele precisa ser criança, o sofrimento amadurece-o muito cedo.
Tem um coleguinha que vem aqui em casa, nós o adoramos, é o Cesinha.
Agora está se adaptando, não escrevia nada na sala de aula, trazia os trabalhos todos para casa. Os dois últimos dias até a tarefa ele fez na sala de aula.
Posso estar enganada, mas dessa vez vai ser diferente. Ele vai permanecer e continuar aprendendo.
Dificuldades, existem algumas:
• O prédio não é adaptado para cadeirante.
• Não existe um professor de apoio para atender melhor essas crianças.
• É necessário um vestuário adaptado, onde possa trocar fraldas ou até mesmo tomar banho
• Sala de recursos
• Material pedagógico adaptado
• Curso de capacitação para funcionários
Para inclusão acontecer basta realização e aceitação.
Perto do que muita mãe passa, me sinto tão abençoada por Deus.
Tenho que agradecer a Deus e pedir pra que faça o que for melhor para meu filho e para todos que me ajudam a cuidar dele.

Fabiana Lopes de Olvieira Cardoso
Delfinópolis, 01 de março de 2010

domingo, 28 de fevereiro de 2010

VAGA LEGAL: A INCLUSÃO DO DEFICIENTE FÍSICO NO MERCADO DE TRABALHO.


VAGA LEGAL: A INCLUSÃO DO DEFICIENTE FÍSICO NO MERCADO DE TRABALHO.


Olá, como vai? Tudo bem?


Bem, como foi prometido no final do artigo anterior (sobre o perdão), hoje vamos falar sobre o deficiente físico e sua inclusão no mercado de trabalho.


Vamos falar sobre a chamada vaga legal para os deficientes físicos. Você já ouviu falar dela?


Pois bem. O nome é vaga legal, porque é uma vaga que a lei disse que é obrigatória.


Por isso, os deficientes físicos têm direito à vaga legal nas condições estabelecidas na lei.


Vamos juntos entender o que isso significa?


Para início de conversa, a lei maior do nosso país, que é a Constituição Federal de 1988, diz que a dignidade da pessoa humana é um dos fundamentos (valores básicos) da nossa República Brasileira.


Mas, afinal o que é dignidade humana?


Bem, uma das definições diz que a dignidade da pessoa humana é o atributo imanente ao ser humano para exercício da liberdade e de direitos como garantia de uma existência plena e saudável.


E, para garantir a dignidade da pessoa humana, ainda a nossa Constituição Federal diz que:


a) são objetivos fundamentais do nosso Brasil:


· construir uma sociedade livre, justa e solidária

· promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação,

· e erradicar a (...) marginalização e reduzir as desigualdades sociais;


b) a União, dos Estados e Distrito Federal e dos Municípios podem fazer leis sobre a saúde, a assistência pública, a proteção e a garantia das pessoas portadoras de deficiência.


c) a lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de admissão.


Aí o Congresso Nacional editou a Lei 8.213/91 (Plano de Benefícios da Previdência Social) e que trata também da vaga legal dos deficientes físicos no setor privado.


Esta lei determinou que a empresa, com 100 (cem) ou mais empregados, está obrigada a preencher de 2% (dois por cento) a 5% (cinco por cento) dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência, habilitadas, na seguinte proporção:


I - até 200 empregados...................................................................2%;

II - de 201 a 500..............................................................................3%;

III - de 501 a 1.000..........................................................................4%;

IV - de 1.001 em diante. ..................................................................5%.


E no setor público como fica?


Também nesse setor foi criada a vaga legal dos deficientes físicos. E isto foi feito pela Lei 8.112/90, que é o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais


Ora, essa lei diz que as pessoas portadoras de deficiência têm garantido o direito de se inscrever em concurso público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadoras; para tais pessoas serão reservadas até 20% (vinte por cento) das vagas oferecidas no concurso.


E, para melhorar ainda mais a situação do deficiente físico, a Lei 11.788/08 (que cuida do Estágio) garantiu às pessoas portadoras de deficiência o percentual de 10% (dez por cento) das vagas oferecidas pela parte concedente do estágio.


Por último, a Lei 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente) determinou que “ao0 adolescente portador de deficiência é assegurado trabalho protegido.”


Concluindo, como você deve ter notado, o deficiente físico tem garantido acesso ao mercado de trabalho, através da chamada vaga legal, em várias oportunidades.



Bem, essa é uma das formas de a Lei preservar a dignidade da pessoa humana do deficiente físico. Mas, a lei é apenas um caminho. Há outros caminhos que podem e devem ser trilhados por nós, sociedade civil organizada. E um deles é o caminho do coração. O caminho do Amor. Do Amor pelo ser humano, independentemente de cor, raça, credo, condição financeira, classe social etc.


Para encerrar, eu deixo algumas perguntas para reflexão:


Existe realmente deficiência ou trata-se apenas de necessidade especial?


Será que a deficiência, apontada nas várias leis, é realmente física ou será também emocional na medida em que a nossa capacidade de amar ainda é pequena para aceitar normalmente os que são diferentes, deficientes ou não?


Por fim, se ainda somos daqueles que ainda ficamos na dúvida se somos capazes de sonhar e tentar realizar os nossos sonhos, assistamos o vídeo de Tony Melendez no seguinte endereço na internet:


http://www.youtube.com/watch?v=GF9wo9sVn2c


E aprendamos a força da expressão 'QUANDO VOCÊ QUER, VOCÊ PODE, VOCÊ CONSEGUE!'

domingo, 21 de fevereiro de 2010

O nadador........

Um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho.
Alguém intrigado com aquele comportamento, lhe perguntou qual a razão daquele hábito.
O nadador sorriu respondeu:
Há alguns anos eu era um professor de natação.
Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim.
Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina para nadar um pouco.
Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube.

Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente.
Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz.
Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem.
Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado.

Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido na cruz para nos salvar com seu precioso sangue.
Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram a mente e me fizeram
recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus.
Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos.

Finalmente desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água.
Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina.

Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido.
Tremi todo, e senti um calafrio na espinha.
Se eu tivesse saltado seria meu último salto.

Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida.

Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina,
confessei os meus pecados e me entreguei a Ele,
consciente de que foi exatamente em uma Cruz que Jesus morreu para me salvar.

Naquela noite fui salvo duas vezes e, para nunca mais me esquecer,
sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes de saltar na água...

Não faça nada antes de parar e refletir na cruz de cristo pois vc podera esta tendo a segunda chance....bjs

sábado, 20 de fevereiro de 2010

domingo, 14 de fevereiro de 2010

orkut - início

orkut - início
Recados para Orkut

RecadosAnimados.com - Recados para Comentários

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

UM SONHO

Ontem o Gustavo acrordou, e me falou:
_Mamãe, eu sonhei que eu tinha crescido, e estava trabalhando. Eu trabalhava numa loja de celular.
Eu perguntei:
_Você era vendedor de celular?
Ele respondeu:
_Não mamãe. Eu testava os aparelhos para ver se eles podiam ser vendidos. Ai se eu aprovasse, eles eram colocados a venda, se eu rejeitasse ele não podiam ir pras lojas. ERA UM CARGO IMPORTANTE. E eu tinha férias só uma vez no ano. Eu morava e trabalhava em Franca - SP. Mãe, eu vou ficar um rapaz ajeitado.
Eu respondi:
_Gugu, para esse sonho realizar, basta você estudar. Você é uma pessoa amada e muito protejida por Deus e é capaz de realizar tudo que você desejar. Basta querer, lutar, estudar que você vai ser tudo que deseja e até mais um pouco.

"DEUS, REALIZA O SONHO DO MEU FILHO."
 
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